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Amor

"Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos."

terça-feira, 2 de agosto de 2011

3º ANIVERSÁRIO MINISTÉRIO ESPÍRITO ADORADOR


Estamos preparando tarde de louvor para comemorar junto com tds nossos irmãos os 3 anos desse Ministério, será em outra cidade, aguardem, se vc quiser ir conosco é só nos procurar q em breve estaremos fazendo caravana para juntos anunciar-mos o evangelho através da música, pé na estrada e vamos conosco em mais essa benção.Abraço a tds, fiquem com Deus.

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Nesse Domingo 31 de Julho de 2011, celebramos o aniversário de 3 anos do grupo de oração   LIBERTADOS PELA MISERICÓRDIA RCC. Foi uma alegria imensa estar presente nesse dia maravilho cheio de bençãos e louvores, sentimos muito pelos q não puderam ir, mas na próxima espero q todos os q não puderam ir estejam presente, fiquem ligados no nosso blog para mais postagens de muitos eventos q irão de vir se Deus quiser. FIQUEM COM DEUS.

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Ministério em Ação

Ministério Espirito Adorador  estará presente no aniversário do grupo de oração Libertados Pela Misericórdia, RCC no  dia 31/07/2011 na Escola Mª Estela Em Riacho Do Peixe, haverá louvor, adoração e encerramento com com a missa. Um dia cheio de graças para todos. contamos com a sua presença. Quem estiver interessado o grupo de oração Resgatados em Cristo da Paróquia São Paulo Apostolo no São João da Escócia, também vai estar presente, é só falar com eles e nos acompanhar nesse dia maravilhoso.

quinta-feira, 21 de julho de 2011

A POSTURA DO MÚSICO NA SANTA MISSA

Músicos, a Santa Missa não é um show!

Há algum tempo, recebi uma mensagem pelo Twitter de um amigo, que dizia: "Já toquei em todos os palcos que eu gostaria, mas nada é como tocar na Missa". Fiquei feliz em ler isso, principalmente porque veio de um grande amigo. Refleti sobre essa frase e resolvi escrever sobre o assunto. Para isso precisamos entender um pouco o que é a Santa Missa.



Segundo o Catecismo da Igreja Católica (CIC), n. 1323, Santa Missa é: "O nosso Salvador Instituiu na Última Ceia, na noite em que foi entregue, o Sacrifício Eucarístico do seu Corpo e Sangue, para perpetuar pelo decorrer dos séculos, até voltar, o Sacrifício da Cruz, confiando à Igreja, sua esposa amada, o memorial da sua Morte e Ressurreição: sacramento de piedade, sinal de unidade, vínculo de caridade, banquete pascal em que se recebe Cristo, a alma se enche de graça e nos é concedido o penhor da glória futura". E continua: " [...] ela é a renovação do Sacrifício de Nosso Senhor Jesus Cristo, que sendo verdadeiro Deus e verdadeiro homem, pagou pelos nossos pecados na cruz. Tal Sacrifício se torna presente na Santa Missa no momento em que o pão e vinho se tornam verdadeiramente o Corpo, Sangue, Alma e Divindade de Nosso Senhor. (CIC, 1373-1381). O Santo Sacrifício da Missa é incruento (ou seja, sem sofrimento nem derramamento de sangue), pois não se repete, ou seja, é o mesmo e único Sacrifício do Calvário, porém, torna-se verdadeiramente presente na Santa Missa para que possamos receber os seus frutos e nos alimentar da Carne e do Sangue de Nosso Senhor. Por isso o Sagrado Magistério nos ensina que "o sacrifício de Cristo e o sacrifício da Eucaristia são um único sacrifício" (CIC, 1367).


Olhando para a seriedade da Celebração Eucarística, reviver o sacrifício de Cristo, que é a nossa redenção, não é qualquer coisa, nem deve ser vivido de qualquer maneira, por isso nós como músicos não podemos tocar na Missa de qualquer jeito. Quando nos preparamos para um show, existe ensaio, as músicas são quase que perfeitas na sua execução, e quando vamos tocar na Santa Missa, geralmente trazemos em nós o erro de dizer: "É só uma Missa", ou pior ainda: "Deus aceita". De fato, Deus aceita mesmo, não despreza nada que façamos para Ele. Mas sabendo que a Eucaristia é de suma importância na nossa fé e vivência cristã, por que também não fazemos da música da Santa Missa a mais bela de todas ou de todos os shows que já fizemos.

A música tem íntima ligação com a liturgia, dela depende e a ela serve. Tomando por base essa frase, percebemos que não estamos simplesmente tocando na Santa Missa, mas estamos prestando um serviço a Deus e à sagrada liturgia. Para isso é preciso ter a postura e a dedicação necessárias.

De forma simples, quero comentar sobre isso. A Santa Missa não é um show, mas devemos prepará-la, pensar nela. Devemos nos dedicar à escolha dos cantos litúrgicos respeitando o que a liturgia nos pede no dia. Por mais que tenhamos [músicos] posição de destaque na Celebração Eucarística, não estamos lá simplesmente para exibir nosso talento, chamando a atenção para nós. A música bem executada sempre chama a atenção, é natural querermos saber quem está tocando, cantando, entre outros, mas nossa postura deve ser a postura de quem está ali a serviço.

É preciso levar o povo a cantar; a função do animador aqui é essencial, mas também é importante observar o que se vai cantar. Músicas de difícil assimilação devem ser ensaiadas antes da Santa Missa, ou recorrer ao auxílio da letra (folhetos, projeções, etc.).

É preciso respeitar, na Santa Missa, o tempo litúrgico, as orações e tudo o mais. Nada na Santa Celebração é por acaso ou foi colocado ali por mera vontade de alguém. É importante estar em sintonia com o sacerdote que vai presidi-la.

Quero dizer com tudo isso: atenção nas escolhas das músicas. É interessante observarmos três pontos:

- Dedicação e postura do músico, a música executada com perfeição.
- Observação das diretrizes da Igreja sobre a música na liturgia.
- Unção na execução da música, que se dá pela vida de oração do músico.


Se, ao tocarmos na Celebração Eucarística, observarmos essas três dicas, vamos nos harmonizar com a celebração litúrgica, dando-lhe o devido respeito que merece.

Ser "músico de Missa" é algo extraordinário, é chamado de Deus, preste atenção no seu ministério!
Continuo na luta, acreditando sempre que posso ser melhor em Deus.

sábado, 18 de junho de 2011

Entrevista com a Banda Vida Reluz... mais uma fonte de inspiração para os Ministérios de Louvor


Vida Reluz

Renomado grupo musical católico conta sua história, lançando novo CD Gratidão



Como nasceu o grupo Vida Reluz?


O grupo nasceu dentro da Sociedade de São Vicente de Paulo, mais conhecidos como Vicentinos. Nós éramos um grupo de jovens e trabalhávamos com as pessoas carentes dentro de conferências. Participávamos também de vigílias de adoração com a espiritualidade da Renovação Carismática Católica, onde os jovens mais buscavam a Deus. Foi ali que o Walmir Alencar sentiu que esse ministério poderia crescer. Deus então foi confirmando desde então que Ele queria algo a mais de nós do que somente cantar na comunidade. Deus queria algo bem maior pra gente. Foi assim que o grupo Vida Reluz nasceu.

Com a saída do Walmir Alencar, vocês sofreram muito ou foi tranqüilo esse tempo?

Sempre com a saída de alguém a gente sente muito, mas a gente entendeu esse momento que ele estava vivendo, ele queria algo diferente e estava discernindo a vocação, se era sacerdotal ou leigo consagrado. Então, nós sentimos a saída dele, só que desde antes dele sair, nós já tínhamos dois vocais masculinos e o próprio Luiz Felipe já tinha entrado no ministério e já estava caminhando conosco. Quando o Walmir saiu percebemos que o timbre de voz dos dois era muito parecido, e ele conseguia com facilidade atingir as notas. Vimos isso como algo de Deus de maneira bem carinhosa. O Walmir sentiu paz quando saiu e eu sei que foi dolorido no coração dele nos deixar, mas nos deixar para se encontrar. Então nós do ministério nos organizamos e a partir daí o Luiz começou a cantar as músicas e nós sentimos muita paz e percebemos que essa era a vontade de Deus.

Qual foi a música que mais marcou esse tempo?

A música ‘Primeiros passos’ é uma música que toca muito e fala da vida do Walmir e também da nossa vida de ministério. Foi nesses tempos em que o Valmir precisava dar os primeiros passos para a vontade de Deus e nós, enquanto ministério, tínhamos que dar os primeiros passos sem o Walmir. O Grupo Vida Reluz é uma grande família e essa foi a música que marcou muito esse tempo.

E com a saída da Elaine Cristina, qual foi a marca que ela mais deixou no Grupo?

O que a gente percebeu é que o momento em que ela estava vivendo se repete com cada pessoa que deixa o ministério. São momentos em que se precisa tomar decisões na área pessoal e espiritual que se deve seguir, tempo onde Deus nos dá um "cheque-mate" para ver para onde vamos e aceitarmos a vontade d´Ele.

Vi que ela saiu com muita coragem. Ela tinha acabado de se casar e estava esperando a sua primeira filha, então, tudo isso já estava fazendo com que ela caminhasse para outro lado e talvez ela já não iria conseguir acompanhar a agenda do grupo. Mas ela não deixou de fazer parte da nossa família. Aliás, nós gostamos muito dela como nossa irmã de caminhada. O CD solo dela ficou maravilhoso. Ela foi corajosa e até hoje continua servindo a Deus.








Qual é o mais extrovertido do grupo?

É o Alexandre. Quando ele não pode viajar conosco a gente sente falta, porque não conseguimos parar de rir perto dele. Eu o conheço desde pequeno e ele sempre foi assim, muito sapeca.



Qual a situação mais engraçada do grupo, que vocês podem partilhar conosco?

Uma muito engraçada é que nós fomos chamados para fazer uma mini turnê no estado da Paraíba e o nosso primeiro show foi em Pombal. Então, só de Recife para João Pessoa são três horas de viajem e um calor muito grande. A Rosana levou a sua filha de 3 anos, na época. Nós paramos num restaurante na estrada e a Rosana comprou umas coisas da terra, como xarope para tosse, e no meio da viajem o motorista pediu para que nós passássemos os saquinhos de lixo para ele jogar fora e, sem querer, nós passamos o saquinho que a Rosana tinha comprado. Quando a Rosana ficou sabendo ficou muito nervosa e a banda toda deu risada dela. (risos)

Rosângela, como é a experiência de Deus para todos no grupo?

Sempre dizemos que Deus é misericordioso e nós fazemos essa experiência com esse Deus de misericórdia. Cada um tem um jeito e veio de um lugar diferente, mas temos a consciência de que Deus nos escolheu e chamou cada um de maneira carinhosa e educada. Com isso somos muito gratos pelo amor do Pai. Temos também vivido uma experiência de Deus com o nosso atual diretor espiritual, o Padre Luiz Fernando, que tem sido a presença de Deus dentro do ministério, assim como a Laura, nossa intercessora.

Quando nós subimos no palco, mesmo estando cansados ou com problemas em casa, ou até mesmo interiormente, é impressionante! Sentimos a manifestação poderosa de Deus, que não olha os nossos pecados e misérias, mas derrama a sua unção. Quando saímos do show, estamos cansados sim, mas aliviados por saber que Deus manifestou a sua graça.

Luiz, como não simplesmente ‘cantar’, mas ‘cantar com unção’?

Acho que é a partir do momento em que colocamos prioridades em nossa vida.
Tem muita gente e muitos ministérios que vêm conversar com a gente e dizem que não estão dando certo. Mas o que está acontecendo é que muitos ministérios estão priorizando o palco. Na verdade, o palco tem que ser o reflexo daquilo que nós vivemos. Se nós estamos no palco para fazer um teatro pode ser que saia muito bonito, mas não vai tocar o coração de ninguém. Agora quando o palco é o reflexo da intimidade com Deus, aí sim vamos estar cantando com unção, pois estamos sob a vontade de Deus. Então deixo essa dica: não deixe o palco ser a prioridade, mas que ele seja a conseqüência do nosso relacionamento com aqu'Ele que nos dá a vida e a unção de cada dia.

Felipe, vocês estão gravando um novo CD chamado Gratidão. Qual foi a inspiração e a motivação de vocês?

Desde 2004 quando fazíamos os shows e cantávamos as músicas do CD
Deus é Capaz, começamos a perceber que Deus queria uma retomada no nosso louvor, na nossa adoração e no nosso canto espontâneo, quando começamos a rezar e caminhar nesse sentido. Tivemos uma reunião com a nossa gravadora, e vimos que esse novo CD seria de louvor e adoração resgatando o primeiro estilo. Quando chegou a nós essa música chamada Gratidão, percebemos que ela espessava tudo o que nós gostaríamos de expressar.
Outro sentido do tema, é que nesse ano de 2005, exatamente no dia 23 de fevereiro, o Vida Reluz completou 20 anos de caminhada, 10 anos do primeiro CD, mas desde o seu início são 20 anos de caminhada.


Qual a música que mais diz do momento em que vocês estão vivendo?

É essa música "Gratidão". Gratidão pelos momentos que Deus nos tem dado, pelos momentos que Deus nos tem feito passar, momentos de dor e de alegria, mas, além de tudo, por aquilo que Ele nos dá de graça, que é o seu Espírito Santo. A graça de poder louvar e adorar a Deus dando a Ele toda a gratidão.
FONTE: Canção Nova - entrevistas - 31/03/2005

Agnus Dei... fonte de inspiração para muitos Ministérios de louvor e para o nosso... Confere aí esta história!

                                                                                   Agnus Dei: levando música ao coração do Brasil 

"Em fevereiro de 1982, o grupo “Agnus Dei” surgiu
com o objetivo de levar                                   
mensagens de louvor à Deus.
Na mesma época, o diretor da
TV Século XXI, Pe. Eduardo
Dougherty, veio tocar e pregar
no retiro no CEFAS. Lá,
ele convidou os jovens que
tocavam para acompanhá-lo
pelo país, a fi m de mostrar
o trabalho nos retiros. Com
isso, os componentes batizaram
o nome de Agnus Dei,
que significa “Cordeiro de
Deus”. 

A princípio, o grupo
tinha de quatro a cinco integrantes:
Luiz Henrique Soares
é o único que permanece
desde a primeira formação.
Como existiam poucos
grupos católicos e não tinham
grande repercussão,
Pe. Eduardo teve a idéia de
fazer o livro “Louvemos o
Senhor” e pediu para o Agnus
Dei ajudar no projeto.
“As pessoas de todo o País
mandavam fi tas cassetes com
as músicas próprias para a
Associação do Senhor Jesus.
Com isso, Pe. Eduardo dava
para ouvirmos e regravarmos
as músicas escolhidas”, disse
a vocalista Juliene Dias. Ao
gravar as fi tas do “Louvemos
o Senhor”, a aceitação foi boa
e as pessoas queriam conhecer
as músicas do repertório.
Depois do lançamento, o
nome Agnus Dei aparecia nos
livros de cânticos e o grupo
passou a ser conhecido. Durante
dez anos, o grupo tocou
nos Congressos Nacionais da
RCC – em Aparecida-SP. A
primeira viagem do conjunto
foi para Anápolis (Goiás).
Em 1992, surgiu o convite
da Gravadora COMEP.

Com isso, Pe. Eduardo e Dom
David Picão deram apoio aos
componentes para gravar o
primeiro LP, “Agnus Deis 93”,
com músicas próprias, com a
participação do grupo de São
Vicente, Semente Nova. Como
o disco foi o mais vendido da
gravadora Paulinas, o grupo
começou a gravar todo ano.
Formado há 24 anos,
tornou-se conhecido pelo
propósito de levar o louvor
musical em reuniões, missas,
encontros, retiros e shows.
O grupo não começou em
família, todos eram solteiros
e durante a trajetória os
integrantes começaram a se
casar. Na época em que os
integrantes eram solteiros
podiam viajar para divulgar o
trabalho. “Dom David Picão
deu uma carta de permissão
para o grupo viajar a trabalho
- era válida por cinco anos.
Ele tinha muita confiança
em nós. O sexto CD, de 98,
foi dedicado a Dom David
que nos ajudou e fortaleceu
o grupo”.
Com as vendas dos CDs,
o Agnus Dei percorreu o
Brasil, se apresentando em
vários estados. Ano que vem
o grupo completa 25 anos,
e um projeto de lançar um
CD comemorativo com a
participação dos integrantes
das outras formações já está
sendo pensado.
Hoje, o Agnus Dei é formado
por cinco casais mais
seus respectivos fi lhos: Luiz
Henrique Soares (tecladista);
Cláudia Soares (assessora do
conjunto); Pedro Henrique
Soares (baterista); Paulo
Sérgio Soares (guitarrista e
compositor); Silvia Soares
(vocalista); Juliene Dias (vocalista);
Wellington (baixista
e compositor); Kátia Rodrigues
(vocalista); Francisco
Rodrigues (percussionista);
Fábio Teixeira (vocalista) e
Ana Nery Teixeira (vocalista)
– foi o último casal a entrar no
conjunto, em 2000.
Os ensaios acontecem nos
fi nais de semana e as canções
são compostas com melodias
e letras simples para todas
as idades, com o intuito de
evangelizar a família. O grupo
possui disco de ouro pelo conjunto
de obra composta pelos
seis primeiros CDs.
São oito CDs produzidos.
O primeiro foi “Agnus Dei
93”; 1994, “Vem Espírito
Santo”; 95, “Orai Sem Cessar”;
96, “Forte e poderoso
é o Nosso Deus”; 97, “Vinho
Novo”; 98, “Jesus tudo posso
naquele que me fortalece”;
2000, “Deus me segurou”.
Há ainda a coletânea, “Agnus
Dei 85, 86, 87” que são as gravações
das musicas do livro
“Louvemos ao Senhor”....
FONTE:  Pastoral da Comunicação Julho/2006
www.diocesedesantos.com.br/bb_jornal/.../a59_jul_07_2006.pdf - Similares

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Quer ser curado? Perdoe

A Palavra meditada hoje está em Romanos 12, 1-2
1.Eu vos exorto, irmãos, pela misericórdia de Deus, a vos oferecerdes em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus: este é o vosso verdadeiro culto.
2.Não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos, renovando vossa maneira de pensar e julgar, para que possais distinguir o que é da vontade de Deus, a saber, o que é bom, o que lhe agrada, o que é perfeito.


Como agradamos a Deus? Quando, pela transformação da nossa mente, oferecemos a Ele tudo aquilo que somos. Sendo generosos e entregando a Ele a nossa vida. O Senhor não está preocupado com o que temos financeiramente ou com nossos bens, Ele somente nos quer. Deus Pai nos deu tudo, tudo o que temos e somos é fruto da bondade d'Ele. O Senhor não quer tirar a nossa vida, Ele quer preservá-la. Eis o valor da entrega.

Hoje o Senhor quer nos curar. Quem quer mudança deve mudar, é isso que a Palavra meditada hoje está nos dizendo. Toda transformação começa em nós, mas essa transformação tem nome, e ela começa com a nossa cura. Uma pessoa que não é curada não consegue passar por ela [transformação]. A cura interior é uma ação de Deus, em conjunto com uma disposição do ser humano, que nos traz saúde. É uma resposta de Deus para aquilo que nos persegue interiormente. Todos precisamos de cura interior, mas para que a cura aconteça há um bloqueio que precisa ser retirado: A falta de perdão.

Quando uma pessoa se determina a não perdoar, ela se determina a não querer ser curada. A falta de perdão cega a pessoa, ela se fecha ao amor e aos relacionamentos. Deus nunca condena, Ele perdoa sempre. Não existe pecado que você tenha cometido em sua vida que não tenha perdão, a não ser que você não queira ser perdoado. Aprendamos com Jesus o jeito certo de viver, pois quando perdoamos nos abrimos a ser perdoados. Quando nos fechamos para perdoar o próximo, nos fechamos também a ser perdoados. Libertemo-nos destes sentimentos!

Há ainda um segundo bloqueio: a falta de arrependimento. Quando travamos amizade com o pecado, fazemos aliança com a morte. Existem quatro sintomas emocionais nos quais devemos nos aprofundar em nossa cura interior:

- A rejeição que nasce quando não somos queridos e respeitados por alguém importante para nós. Precisamos pedir a Deus a cura deste mal. O remédio para este sentimento é a cura.

- Outro sintoma é o sentimento de inferioridade. Aqui entra a tentação de olhar para as pessoas com o pensamento de que são melhores que nós.

- A terceira marca que revela nossa necessidade de cura é o sentimento de culpa. Pensamos que, por causa do nosso erro, Deus não vai nos perdoar.

- E por fim, o quarto sintoma é o medo, o medo anormal, sem lógica, medo de morrer a qualquer momento, medo de escuro, medo que entra em nossa vida por maus comentários. A Palavra de Deus é clara: "Não tenhais medo!".

A cura interior é a chave para a cura plena da pessoa, mas essa graça se faz por um caminho: é preciso perceber por onde Deus quer nos levar. Não existe cura interior se não existe o desejo de ser transformado. Ela acontece se lançarmos um olhar sobre a nossa história. Peça ao Espírito Santo a coragem de olhar para o seu passado e reconciliar-se com ele. Não tenha medo de olhar para trás, pois Deus quer repassar o seu passado. Cura interior não é revirar o lixo, mas jogá-lo fora. O fruto da cura é a paz.

Márcio Mendes
Missionário da Comunidade Canção Nova