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Amor

"Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos."

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

LANCHE!



Após a celebração da Missa na quinta-feira 30/12/2010, nós do Ministério nos reunimos para o último lanche do ano.
Feliz 2011 a todos abração, Deus abençoe!

ÚLTIMA MISSA DE CURA E LIBERTAÇÃO DO ANO 2010



Olá!
  Hoje estamos publicando a nossa primeira postagem sobre eventos relacionados à nossa Igreja.
  Nessa nossa primeira publicação , vamos falar como foi a última Misaa de Cura e Libertação do ano de 2010.
  Nessa última celebração a 1ª Leitura foi ( 1 João 2, 12-17), lida por Vanessa do Grupo Jovens em Cristo; O Salmo foi o 95 (96), cantadop por Rejane do Grupo do Ministério São Paulo Apóstolo, já o Evangelho foi ( Lucas 2, 36-40).
  Após a leitura do Evangelho, enquanto o Ministério tocava, O Pe. Edmilson convidou a assembléia à reflexão e conduzio uma oração.
   Em seguida deu início a omilia e deixou claro que: " Jesus Cristo já venceu o malígno pela cruz." E não podemos dar espaço para que satanás possa nos tentar.
   Houve ainda sorteio de brindes para os dizimistas, e em seguida encerrou a celebração dando a Benção Final.
   
   Forte abraço a todos, e Feliz Ano Novo, até a próxima.






segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

LIBERTANDO-SE DOS ENGANOS DA APARÊNCIA

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Libertando-se dos enganos da aparência

As pessoas são muito mais do que imaginamos
É impressionante a capacidade que o ser humano tem de, em certas situações, tecer julgamentos ancorados apenas na aparência e, assim, destituídos de inteireza. Temos a esquizofrênica tendência a, muitas vezes, definir e conceituar a realidade a partir daquilo que nos sinalizam as aparências, estacionando, dessa forma, na exterioridade e não conhecendo as pessoas em seu íntimo e intenções profundas.
Quem julga a partir de aparências correrá o sério risco de cometer inúmeras injustiças, oprimindo aqueles que, porventura, não se encaixem em seus embalsamados padrões de perfeição.
Quem é realmente maduro não toma decisões a partir de simpatias ou antipatias, nem motivado por aparências. Estas – simpatias e antipatias – são realidades comuns a todo processo relacional, contudo, elas não podem se estabelecer como parâmetro para decisões e julgamentos acerca de pessoas.
Muitas vezes, quem não se aliena para nos agradar/bajular ao máximo grau, acaba sendo descartado por nossa carente e imatura maneira de absorver a vida e as pessoas.
As pessoas são muito mais do que imaginamos que sejam, e não temos o direito de as aprisionar na impressão que delas tivemos.
Vivemos em uma sociedade que nos ensina a desconfiar constantemente de todos e a nunca acreditar em ninguém. Entretanto, se faz necessário acreditar nas pessoas sem exigir que sejam o que queremos, e tendo a caridade de as deixar apenas acontecer...
Precisamos acreditar que todo ser humano quer verdadeiramente acertar em sua história. Ninguém erra porque quer, ninguém elege a infelicidade como projeto de vida. Todo ser humano quer ser feliz na vida, mesmo quando busca isso sem o devido êxito. Por isso, é necessário sermos mais misericordiosos com nossos semelhentes buscando enxergar além das aparências.
É preciso buscar fazer uma experiência com cada pessoa, antes de a aprisionar em um rótulo infeliz.
É salutar e sinal de humanidade se prender mais ao que as pessoas têm de bom, sem as querer transformar em meras "cópias" daquilo que acreditamos ser o correto.
O combustível para a maturidade e o crescimento de alguém é ser acreditado... mesmo quando a sua aparência e o que ela manifesta não agradar tanto.
Lutemos para nos desprender das armadilhas da imagem e busquemos ver o coração das pessoas, pois, todos têm o direito de tentar... e isso mesmo quando o fruto da tentativa for o erro.
A fragilidade que Jesus mais condenou em Seu tempo não foi tanto o assassinato nem o adultério, mas a hipocrisia. Ele bem conhecia a precariedade de nosso olhar e de nossa compreensão, por isso mesmo nos ensinou como agir diante daqueles que, na aparência, não nos agradarem nem nos bajularem o bastante: "Eu não te condeno. Vá..." (cf. Jo 8,11b).
O Homem de Nazaré sempre acreditou no homem e sempre deu a este uma nova chance para acontecer, mesmo sabendo quem de fato ele é. Aprendamos, pois, com o Seu sublime exemplo.

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

POR QUE SE EXPÕE JESUS NA EUCARISTIA ?

Formações

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Por que se expõe Jesus na Eucaristia?

Somente em Jesus Cristo, presente entre nós, pode haver salvação

O culto da exposição, ousamos afirmar, é a necessidade de nossa época; impõe-se esse testemunho público e solene da fé dos povos na divindade de Jesus Cristo e na veracidade de Sua presença sacramental. É a melhor refutação que se pode fazer aos renegados, aos apóstatas, aos ímpios e aos indiferentes, refutação que cairá sobre eles qual montanha de fogo do amor e da bondade.


O culto da exposição é necessário para salvar a sociedade, que morre por não ter mais um centro de verdade nem de caridade, tampouco de vida de família. Cada membro se isola, se concentra, procura bastar a si mesmo; a dissolução é iminente.

A sociedade renascerá, entretanto, cheia de vigor, quando todos os seus membros vierem se reunir em torno de nosso Emanuel (cf. Mt 1,23). É mister refluir à fonte da vida, a Jesus na Eucaristia, fazê-Lo sair de Sua reclusão, a fim de que se coloque novamente à frente das sociedades cristãs, para dirigi-las e salvá-las; é mister reconstruir-Lhe um palácio, um trono real, uma coorte de servos fiéis, uma família de amigos, uma multidão de adoradores.

O culto da exposição é necessário para despertar a fé adormecida em tantos homens de caráter que não conhecem mais Jesus Cristo, porque se esqueceram de que Ele mora na vizinhança, de que é amigo e Deus deles. Esse culto é necessário para estimular a verdadeira piedade, retida desde muito na porta do santuário onde Jesus está sempre disposto a nos abençoar e nos abrir Seu Coração.


O grande mal de nossa época é não dirigirem a alma a Jesus Cristo como a seu Deus e Salvador. Despreza-se o único fundamento, a lei única, a graça única de salvação.

O mal da piedade estéril é que ela não parte de Jesus Cristo e não converge para Ele. A alma se detém no caminho, distrai-se com uma flor… O amor divino não tem sua vida, seu centro, no Sacramento da Eucaristia, e, portanto, não está em suas verdadeiras condições de expansão. Somente em Jesus Cristo, presente entre nós, pode haver salvação. O mal é tão grande que somente Ele é capaz de nos salvar. É a batalha decisiva. Um santo, um anjo, um taumaturgo, um gênio, um grande orador, tudo isso é ineficaz.

É necessário Jesus Cristo em Pessoa: eis o Santíssimo Sacramento, Seu combate e Seu triunfo.
Padre Luizinho

INTENÇÕES DE ORAÇÃO DO PAPA PARA O MÊS DE DEZEMBRO

Intenções de oração do Papa para o mês de dezembro

Kelen Galvan
Da Redação



Arquivo
Em dezembro, Bento XVI reza por todos que sofrem e para que os povos abram o coração a Cristo
Nas intenções de oração do Papa Bento XVI para dezembro, o Santo Padre reza por todos que sofrem e para que os povos abram o coração a Cristo.

Como intenção geral, o Papa pede que "a experiência do sofrimento seja ocasião para compreender as situações difíceis e de dor em que vivem as pessoas sozinhas, os doentes e os idosos, e estimule todos a ir ao encontro deles com generosidade".

E na intenção missionária, Bento XVI reza para "que os povos da Terra abram as portas a Cristo e ao seu Evangelho de paz, fraternidade e justiça".

O Papa confia suas intenções, todos os meses, ao apostolado da oração. Esta iniciativa é seguida por milhões de pessoas em todo mundo.

CULTIVE A AMIZADE


Cultive a amizade

Quanto mais velha mais preciosaAdd to FacebookAdd to DiggAdd to Del.icio.usAdd to StumbleuponAdd to RedditAdd to BlinklistAdd to TwitterAdd to TechnoratiAdd to Yahoo BuzzAdd to Newsvine



"A amizade é como os títulos honoríficos: quanto mais velha mais preciosa" (Goethe – 1749-1832).


Não preciso falar aqui da importância de se cultivar as boas amizades para ser feliz. O povo diz, com sabedoria, que “mais vale um amigo do que dinheiro o bolso”; é verdade. O dinheiro não resolve tudo, mas um bom amigo pode realmente resolver aquilo que o dinheiro não resolve. A Bíblia diz que quem conquistou um amigo, adquiriu um tesouro.

Milan Kundera, escritor tcheco, escreveu em seu livro "A Identidade", que “a amizade é indispensável para o bom funcionamento da memória e para a integridade do próprio eu". Chama os amigos de "testemunhas do passado" e diz que eles "são nosso espelho, através dos quais podemos nos olhar.”


Diz que “toda amizade é uma aliança contra a adversidade, aliança sem a qual o ser humano ficaria desarmado contra seus inimigos. Os amigos recentes custam a perceber essa aliança, não valorizam ainda o que está sendo contraído. São amizades não testadas pelo tempo, não se sabe se enfrentarão com solidez as tempestades ou se serão varridos numa chuva de verão.”


Há uma fábula antiga que mostra a importância da amizade concreta: é a da pomba e da formiga.


"A pomba percebeu que a amiga formiga caiu em um rio e se debatia para não morrer afogada; muito depressa a pomba tomou um pequeno galho no bico e colocou na água ao lado da formiga, e assim esta se salvou.


Passados os dias, um caçador apontava a sua espingarda para a mesma pomba, que dormindo no galho de uma árvore não percebeu o perigo que corria. Eis que a formiga viu; e antes que o caçador atirasse na pomba, jogou-se sobre ele e deu-lhe uma ferroada; o caçador errou o tiro e assim a pomba se salvou."


A verdadeira amizade nos socorre quando menos esperamos. <b>Podemos esquecer aquele com quem rimos muito, mas nunca nos esqueceremos daquele com quem choramos</b>. O laço da tristeza é mais forte que o laço da alegria. Os corações que as tristezas unem permanecem unidos para sempre.


Na prosperidade os verdadeiros amigos esperam ser chamados; na adversidade, apresentam-se espontaneamente. A fortuna faz amigos. A desgraça prova se eles existem de fato.

É preciso saber fazer e cultivar amizades; isso depende de cada um de nós; antes de tudo do nosso desprendimento e fidelidade ao outro. A grandeza de um homem é medida pela sua capacidade de comunhão. Quem busca um amigo sem defeito fica sem amigo.


Muito cuidado para não perder o amigo por uma futilidade. Seja amigo daquele que pode lhe ensinar muitas coisas, mesmo que ele tenha de lhe dizer verdades amargas. Uma amizade só é valiosa quando um faz o outro crescer.


Para conquistar um amigo é preciso criar um “deserto” dentro de si, aceitando que o outro venha ocupá-lo. Acolher o amigo é, em primeiro lugar, ouvir. São poucos os que sabem ouvir, porque poucos estão vazios de si mesmos, e o seu “eu” faz muito barulho. Se você souber ouvir, muitos virão lhe fazer confidências.


Se você quiser agir sobre o seu amigo, de verdade, para que ele mude, comece por amá-lo sincera e desinteressadamente. O maior esforço da amizade não deve ser apenas mostrar seus defeitos a um amigo, mas fazer com que ele veja os dele, sem lhe causar mágoa. O maior bem que podemos fazer a ele não é lhe oferecer nossa riqueza, mas levá-lo a descobrir a dele.

CULTIVE A AMIZADE


Cultive a amizade

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"A amizade é como os títulos honoríficos: quanto mais velha mais preciosa" (Goethe – 1749-1832).


Não preciso falar aqui da importância de se cultivar as boas amizades para ser feliz. O povo diz, com sabedoria, que “mais vale um amigo do que dinheiro o bolso”; é verdade. O dinheiro não resolve tudo, mas um bom amigo pode realmente resolver aquilo que o dinheiro não resolve. A Bíblia diz que quem conquistou um amigo, adquiriu um tesouro.

Milan Kundera, escritor tcheco, escreveu em seu livro "A Identidade", que “a amizade é indispensável para o bom funcionamento da memória e para a integridade do próprio eu". Chama os amigos de "testemunhas do passado" e diz que eles "são nosso espelho, através dos quais podemos nos olhar.”


Diz que “toda amizade é uma aliança contra a adversidade, aliança sem a qual o ser humano ficaria desarmado contra seus inimigos. Os amigos recentes custam a perceber essa aliança, não valorizam ainda o que está sendo contraído. São amizades não testadas pelo tempo, não se sabe se enfrentarão com solidez as tempestades ou se serão varridos numa chuva de verão.”


Há uma fábula antiga que mostra a importância da amizade concreta: é a da pomba e da formiga.


"A pomba percebeu que a amiga formiga caiu em um rio e se debatia para não morrer afogada; muito depressa a pomba tomou um pequeno galho no bico e colocou na água ao lado da formiga, e assim esta se salvou.


Passados os dias, um caçador apontava a sua espingarda para a mesma pomba, que dormindo no galho de uma árvore não percebeu o perigo que corria. Eis que a formiga viu; e antes que o caçador atirasse na pomba, jogou-se sobre ele e deu-lhe uma ferroada; o caçador errou o tiro e assim a pomba se salvou."


A verdadeira amizade nos socorre quando menos esperamos. <b>Podemos esquecer aquele com quem rimos muito, mas nunca nos esqueceremos daquele com quem choramos</b>. O laço da tristeza é mais forte que o laço da alegria. Os corações que as tristezas unem permanecem unidos para sempre.


Na prosperidade os verdadeiros amigos esperam ser chamados; na adversidade, apresentam-se espontaneamente. A fortuna faz amigos. A desgraça prova se eles existem de fato.

É preciso saber fazer e cultivar amizades; isso depende de cada um de nós; antes de tudo do nosso desprendimento e fidelidade ao outro. A grandeza de um homem é medida pela sua capacidade de comunhão. Quem busca um amigo sem defeito fica sem amigo.


Muito cuidado para não perder o amigo por uma futilidade. Seja amigo daquele que pode lhe ensinar muitas coisas, mesmo que ele tenha de lhe dizer verdades amargas. Uma amizade só é valiosa quando um faz o outro crescer.


Para conquistar um amigo é preciso criar um “deserto” dentro de si, aceitando que o outro venha ocupá-lo. Acolher o amigo é, em primeiro lugar, ouvir. São poucos os que sabem ouvir, porque poucos estão vazios de si mesmos, e o seu “eu” faz muito barulho. Se você souber ouvir, muitos virão lhe fazer confidências.


Se você quiser agir sobre o seu amigo, de verdade, para que ele mude, comece por amá-lo sincera e desinteressadamente. O maior esforço da amizade não deve ser apenas mostrar seus defeitos a um amigo, mas fazer com que ele veja os dele, sem lhe causar mágoa. O maior bem que podemos fazer a ele não é lhe oferecer nossa riqueza, mas levá-lo a descobrir a dele.

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Você está a serviço da vida ou da morte?

Você está a serviço da vida ou da morte?

"Para viver a sua consagração, você precisa abolir o fumo, o álcool, a droga. O fumo faz mal para sua voz. O álcool também faz mal para sua voz, mas faz maior dano para a sua pureza e para a sua sexualidade. De aperitivo em aperitivo, de cervejinha em cervejinha, você acaba indo longe e cai. No ministério de música não se deve fumar nem se deve beber.



Mas isso é radicalismo? Você pode perguntar: “Que mal existe em fumar e em beber?” De quem você está a serviço: da vida ou da morte? O fumo traz vida? Não, o fumo traz morte! Ele acaba com o alimento da sua vida, que é o oxigênio para os seus pulmões. Não condeno os que fumam. Mas quero tirar o fumo da boca dos que fumam. Você pode entregar o seu cigarro para Deus hoje. E nunca mais fumar. É importante que no ministério inteiro todos tomem essa decisão.

Um membro da nossa comunidade é irmão de um rapaz que jogou vôlei e foi da Seleção Paulista. Certa vez, o time estava saindo de viagem, quando o técnico se aproximou desse rapaz, colocou a mão no bolso da camisa dele e arrancou o maço de cigarro, jogou no chão, pisou em cima e disse: “Ou você joga fora essa droga e não a põe nunca mais na boca ou você não joga no meu time!”. O técnico tinha razão. Num jogo de vôlei é preciso ter fôlego e por isso não se pode fumar.

Da mesma forma, um músico de Deus precisa ter fôlego e fôlego espiritual! “Ou você joga fora essa porcaria, essa droga, ou você não toca nem canta na minha banda. Decida-se!”
Com o álcool é a mesma coisa. Quem teve um pai ou mãe alcoólatra sabe o que é isso... E muito músico foi e é vítima da bebida. Se você não teve esse problema na sua casa, graças a Deus, mas já viu em outras famílias o que é alguém que bebe. A bebida é morte. Satanás usa do álcool para matar pessoas. Matar famílias. Matar vidas. Matar amor".

A nossa luta é contra as ciladas do demônio

A nossa luta é contra as ciladas do demônio
“Armai-vos de força no Senhor, da sua força onipotente. Revesti-vos da armadura de Deus para estardes em condições de enfrentar as manobras do diabo. Pois não é o homem que afrontamos, mas as Autoridades, os Poderes, os Dominadores deste mundo das trevas, os espíritos do mal que estão nos céus” (Ef 6,10-12).

Não é contra homens de carne e sangue que lutamos. Não é contra o seu filho, contra o seu marido ou sua mulher. Você está lutando contra forças espirituais do mal. “Revesti-vos da armadura de Deus para estardes em condições de enfrentar as manobras do diabo.” Porque é o diabo que luta contra a sua família, ele quer arrasar com ela e levar todos a um verdadeiro caos nesta vida e depois à condenação eterna.

A nossa luta é contra as ciladas do demônio. “Pois não é o homem que afrontamos, mas as Autoridades, os Poderes, os Dominadores deste mundo de trevas”. Quando se fala de Autoridades, Poderes, Dominadores, são anjos decaídos, demônios que têm autoridade, que têm poder, que são constituídos príncipes no mundo das trevas onde atuam.

Não é apenas contra a infidelidade de um marido que você está lutando, nem apenas contra a neurose de sua mulher, contra o alcoolismo de uma pessoa da sua família ou contra a revolta do seu filho. À frente de tudo isso estão os inimigos de Deus e nossos inimigos. É por isso que precisamos entrar nessa batalha espiritual com as armas certas.

Deus abençoe você!

Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova

terça-feira, 23 de novembro de 2010


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Sinais dos tempos

Cada pessoa se dedique a transformar-se para melhor
Uma catástrofe natural ou uma grande convulsão social podem suscitar reações diversas nas pessoas. Os noticiários dos meios de comunicação, muitas vezes, entram em nossas casas e podemos, sem que nada nos abale, acompanhar os detalhes de um tsunami em alguma parte do mundo ou o último crime em nossa vizinhança, com a mesma frieza de quem fica sabendo de um acontecimento da sociedade ou o resultado de uma competição esportiva de um time de longe, do qual não somos torcedores. É que no mais das vezes não nos diz respeito diretamente. Podemos ficar vacinados, sem prestar atenção, sem interpretar corretamente os sinais dos tempos.

Também a política ou os grandes problemas sociais envolvem as pessoas e, passadas as emoções, impera a insensibilidade e o acomodamento. Há buracos nas ruas ou obras inacabadas que já tiveram bolo de aniversário! E as promessas eleitorais, se concretizadas, já teriam implantado um novo paraíso terrestre! No entanto, todos se esquecem delas, não existindo mecanismos consistentes de fiscalização e cobrança, até porque, depois de alguns meses, muitos até se esquecem dos nomes dos candidatos em que votaram. Por outro lado, diante dos grandes problemas, pululam anúncios de fim de mundo, até usados como instrumentos de pressão para conversões que duram pouco, pois tão acostumados estamos que os escândalos duram apenas poucos dias e as ameaças também são esquecidas, mesmo quando usam o nome de Deus.

Jesus Cristo, com a força do Evangelho e com a graça com que nos prodigaliza, quer mover as consciências a uma mudança profunda, sem pretender aterrorizar com anúncios catastróficos. Lamentavelmente, o mundo contemporâneo criou terrores e desastres muito maiores do que os que ouviam o Senhor (cf. Lc 21, 5-19) nos começos do Cristianismo possam ter escutado e estes não conduziram a uma mudança substancial, apenas por serem graves e desafiadores. A Jesus interessa muito mais a finalidade da história do que o fim do mundo, pois os últimos tempos já começaram com o Seu mistério de Morte e Ressurreição.

Muitos se detêm em aspectos secundários, desviando-se do essencial. O cristão não se fixa no que desperta curiosidade, em investigações futurológicas nem muito menos astrológicas, mas se abre à novidade do dia a dia, cheio de esperança e disposição, preparado para o dia do Senhor, mesmo sem saber o dia nem a hora. Chegará, sim, o dia do juízo sobre todo o mundo e ninguém poderá ficar indiferente. Cristo anuncia algo muito sério, ainda que misterioso. Trata-se de um fim que diz respeito a todos.

Caminhamos em direção a um fim do mundo e a um juízo universal, mas estes se realizarão primeiro na vida pessoal de cada ser humano, chamado a acolher o Senhor ou rejeitá-Lo. Em nossa vida, ao largo do tempo que nos é dado, se realiza a decisão.

A indiferença e o alarmismo são as atitudes a serem evitadas e superadas. Diante dos acontecimentos, a Palavra de Deus nos ajudará a considerá-los sinais dos tempos, sinais do próprio Deus, os quais pedem responsabilidade. Não passe ninguém ao nosso lado sem que tomemos a iniciativa de amar a cada pessoa, fazendo concretamente o bem que estiver ao nosso alcance. Na sociedade, comprometendo-nos com as iniciativas que efetivamente promovam o bem comum. Cada pessoa, segundo a vocação e os dons que lhe foram concedidos pelo próprio Senhor, dedique-se a transformar-se para melhor, plantando sementes de bondade em torno de si.

Supere-se o julgamento dos que aparentemente fazem menos do que se espera, mas são igualmente importantes, pois Deus olha para o pequenino e ninguém escapa ao Seu amor. Novos Céus e nova terra serão assim preparados, enquanto, vivendo a esperança, aguardamos a vinda do Cristo Salvador. Então, tudo estará pronto, chegará ao fim a obra da salvação, e Deus será tudo em todos!

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

TRISTES OU ALEGRES, LOUVEMOS O SENHOR!

AÊ GALERA, COLOQUEMOS EM NOSSAS ORAÇÕES O PAI DE ANDERSON NOSSO AMIGO QUE SOFREU ACIDENTE DE MOTO E QUEBROU A MÃO, ELE ESTÁ BEM EM CAS REZEMOS PELA SUA RECUPERAÇÃO, ABRAÇO.


Tristes ou alegres, louvemos ao Senhor!

“Eu penso que os sofrimentos do tempo presente não têm proporção com a glória que há de ser revelada em nós”. (Rm 8,18)

Em tudo demos graças a Deus! Em tudo perseveremos sempre, pois esta vida é passageira e só nos restará o bem que semearmos.

Saber sofrer é um dom e saber consolar o próximo é uma bênção! Da mesma forma como experimentamos dias felizes, vivenciamos dias dolorosos. Precisamos acolher um e outro como dons de Deus.

Mesmo nas pequenas dificuldades da vida, muitos querem desistir e abandonar tudo. Que pena! Essas pessoas estão sendo levadas pelo medo, pelo próprio ego, mas não pela vontade de Deus. Mas, graças ao Senhor, em contrapartida, existe uma multidão de pessoas que vivem dificuldades imensas e continuam fiéis e firmes na fé.

O Senhor nos quer perseverantes e orantes, seja qual for a situação em que vivemos. “O Senhor deu, e o Senhor tirou; bendito seja o nome do Senhor” (Jó 1,21c). Seja como for, só encontramos felicidade em Deus.

Jesus, eu confio em Vós!

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

CAPA DO NOVO DVD HORIZONTE DISTANTE AO VIVO ROSA DE SARON

O DVD Rosa de Saron horizonteVIVOdistante só chega as lojas dia 05 de Dezembro, mas vcs já podem ir curtindo a capa antecipadamente
capaDVD

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

SANTO DO DIA



Santa Teresinha
do Menino Jesus (de Lisieux)
1873-1897

Dia:
Mês:
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Santo do Dia
1 de outubro

Santa Teresinha do Menino Jesus (de Lisieux)
A vida da santa Teresa de Lisieux, ou santa Teresinha do Menino Jesus e da Sagrada Face, seu nome de religiosa e como o povo carinhosamente a prefere chamar, marca na história da Igreja uma nova forma de entregar-se à religiosidade. No lugar do medo do "Deus duro e vingador", ela coloca o amor puro e total a Jesus como um fim em si mesmo para toda a existência eterna. Um amor puro, infantil e total, como deixaria registrado nos livros "Infância espiritual" e "História de uma alma", editados a partir de seus escritos. Sua vida foi breve, mas plena de dedicação e entrega. Morreu virgem como Maria, a Mãe que venerava, e jovem como o amor que vivenciava a Jesus, pela pura ação do Espírito Santo.

Teresinha nasceu em Alençon, na França, em 2 de janeiro de 1873. Foi batizada com o nome de Maria Francisca Martin e desde então destinada ao serviço religioso, assim como suas quatro irmãs. Os pais, quando jovens, sonhavam em servir a Deus. Mas circunstâncias especiais os impediram e a mãe prometeu ao Senhor que cumpriria seu papel de genitora terrena, mas que suas filhas trilhariam o caminho da fé. E assim foi, com entusiasmada aceitação por parte de Teresinha desde a mais tenra idade.

Caçula, viu as irmãs mais velhas, uma a uma, consagrando-se a Deus até chegar sua vez. Mas a vontade de segui-las era tanta que não quis nem esperar a idade correta. Aos quinze anos, conseguiu permissão para entrar no Carmelo, em Lisieux, permissão concedida especial e pessoalmente pelo papa Leão XIII.

Ela própria escreveu que, para servir a Jesus, desejava ser cavaleiro das cruzadas, padre, apóstolo, evangelista, mártir... Mas ao perceber que o amor supremo era a fonte de todas essas missões, depositou nele sua vida. Sua obra não frutificou pela ação evangelizadora ou atividade caritativa, mas sim em oração, sacrifícios, provações, penitências e imolações, santificando o seu cotidiano enquanto carmelita. Essa vivência foi registrada dia a dia, sendo depois editada, perpetuando-se como livro de cabeceira de religiosos, leigos e da elite dos teólogos, filósofos e pensadores do século XX.

Teresinha teve seus últimos anos consumidos pela terrível tuberculose, que, no entanto, não venceu sua paciência com os desígnios do Supremo. Morreu em 1° de outubro de 1897, com vinte e quatro anos, depois de prometer uma chuva de rosas sobre a Terra quando expirasse. Essa chuva ainda cai sobre nós, em forma de uma quantidade incalculável de graças e milagres alcançados através de sua intervenção em favor de seus devotos.

Teresa de Lisieux foi beatificada em 1923 e canonizada em 1925 pelo papa Pio XI. Ela, que durante toda a sua vida teve um grande desejo de evangelizar e ofereceu sua vida à causa missionária, foi aclamada, dois anos depois, pelo mesmo pontífice, como "padroeira especial de todos os missionários, homens e mulheres, e das missões existentes em todo o universo, tendo o mesmo título de são Francisco Xavier". Esta "grande santa dos tempos modernos" foi proclamada doutora da Igreja pelo papa João Paulo II em 1997.